segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Falando de amizades...


Quem disse que não há pessoas, "dupla face"? Cuidado! Esta pessoa pode estar por perto ou até do outro lado da rua. Certamente você já deve ter percebido que não existem pessoas que possam preencher o currículo proposto por você.

Provavelmente isso seja uma angústia que mata aos poucos, pois nunca se sabe do que essas pessoas são capazes, o ser cultiva uma certa confiança, obviamente, o desapontamento mais tarde trará constrangimento. A lealdade ofertada, jamais vai ser retribuída na mesma moeda, ou por muitas vezes esta nem é notada, essa é uma visão realista do que seria a amizade no pensar humano, uma visão antropológica do ser.

O ser humano que se preza dá respeito e deseja também para si aquilo que foi dado com tanta atenção. São pessoas falsas e mesquinhas que destroem e dissipam sentimentos, e não é necessário esforço para descobrir quem é, pois estão sempre desconfiadas, afinal, fica sempre um pouco de perfume nas mãos de quem oferece rosas (de provérbio chinês).

São essas pessoas que usam como esconderijo uma camuflagem, um rostinho bonito, mas prepare-se, a verdade vem à tona e com reforços.

É como o eco da vida, tudo o que você faz de mal a alguém, demorando ou não esse mal retorna, a mão que nada oferece, nada pode receber, ou vice-versa.

Como diz Moacir Bezerra, "Se encontrares um amigo és feliz; se não procura-o no espelho e verás o mais certo". Afinal você não deve nada a ninguém!

sábado, 5 de setembro de 2009

Um pouco de filosofia: Vida e morte!


Vou começar falando que o domínio que a língua tem sobre o homem, está acima de suas ações, além dos propósitos da vida e da morte, possui em si a graça do dom da vida, e também a força de arrancá-la.

Existe a morte que ninguém vê, a da alma, falecemos interiormente, o nosso físico vai se desgastando aos poucos em vida. O ser exterior não está morto, mas , já não existe sentimentos, isso faz um ser viver mal, sem o brilho necessário para conservar em si aquilo que nos sustenta como gente. A vida que conhecemos é a mesma que lembramos quando vemos um nascimento, ouvimos o choro, nos sentimos estranhos no mundo novo e sentimos a dor de respirar pela primeira vez, a mesma coisa acontece quando acordamos, sentimos o desespero de deixar o paraíso do sono, quando pegamos um ônibus e pressentimos que teremos de travar mais uma batalha de vida. Isso acontece sempre e em todos os lugares, por toda a vida, com adultos, crianças, ricos e pobres, brancos e negros. Todos passam pelo medo e pela dor, o nascer de novo pode estar no mistério da outra vida na qual conhecemos como morte.


Hà muitas semelhanças entre vida e morte, é necessário um esforço pra se passar por qualquer uma delas, para ambas existem reações intensas, caminhos diferentes que levam a um único fim. Nada que possa ser provado ou esclarecido, tudo funciona como um vai e vem, para ser bem aproveitado e não lamentado, algo que temos sem questionamentos, pois as respostas virão à medida que coisas e pessoas vão.


Infelismente nem todos compreendem esta mensagem, mas para viver bem é necessário acreditar em algo!